quarta-feira, 13 de junho de 2007

MEU APARELHO W375

Review: Motorola W375

(Disclaimer: esse post não foi patrocinado pela Motorola, Tim ou qualquer empresa além da Futilidade Pública corp. LTDA. Algumas empresas podem ter sido machucadas durante a digitação deste post.)

Escrever uma resenha sobre um produto nem sempre é uma das melhores coisas pra se fazer, economicamente falando. Você tem que usar todas as funcionalidades disponíveis no gadget em questão, gastando um dinheiro considerável. Por isso peguei um plano que me dá direito a 60 minutos + 30 MMS’s + 30 SMS + 250 Kb de dados. É, acho que tenho o suficiente.

Pra saber quais são as ditas funcionalidades, seria muito bom ter um manual a tiracolo para consultar.

Pois a Motorola já errou aí, ao não incluir esse item de fábrica na caixa. Ou se incluiram, roubaram antes de me entegrar e ainda colocaram um lacre novo na caixa. O único livro que vem junto com o aparelho não pode ser chamado de manual. É um porco e mal-impresso guia de bolso, entitulado “Motoinício”. Provavelmente roubaram o normal e colocaram esse só pra me sacanear. Mas paranóia pouca é bobagem.

Tudo bem. Consegui na amada mãe internet as características técnicas dele:

Dimensões (Altura x Largura x Espessura, em mm): 99 x 45 x 18,6, Display: interno colorido (65.000 cores) TFT, de 128 x 160 pixels, Peso: 88 g Formato: Concha, Antena: Interna, Triband: Opera em três faixas de frequência, Batería: de íons de litium de longa duração - 850 mAH.

Em suma, é bem pequeno, relativamente fino e, apesar desse 88g aparentar leveza, pesa um pouco mais na mão. A qualidade em ligações é indiscutível.

Design e botões
O motorola w375 vem em 3 versões: pink-patricinha, cinza-prateado e black-preto-emo. Peguei o último, o único disponível na loja no dia da troca. Na parte de fora, é coberto por uma proteção emborrachada que parece ser bastante resistente. Fechado, parece uma enorme borracha preta. Ou um enorme leitor de código de barras, por causa da sua parte de baixo avantajada. Aberto, tem cara de um RAZR, só que mais fino. É o mesmo design, com as proporções diminutas.

O teclado é de uma borracha dura que exige um pouco mais de pressão do que o normal pra ser ativado. Aparenta ser daquele tipo que a tinta sai depois de cinco meses de uso direto. Não me agradou. Há ainda um botão circular de plástico duro, que dá acesso à maiora das funções. De botões laterais, o aparelho só foi contemplado com dois, que na verdade são um só: volume pra mais e pra menos. Não serve pra mais nada além disso, nem com o flip aberto nem fechado.

Uma coisa que detestei é a dificuldade em tirar aquelas malditas borrachinhas que protegem as entradas de fone de ouvido e mini-USB. Eu entendo que elas precisam ficar protegidas de poeira, água, umidade e agentes químicos. Mas tinha necessidade de proteger contra unhas curtas? Ou planejaram vender o celular só pra madames de unhas grandes e travecos de unhas postiças?

Conectividade e multimídia
Praticamente nula. Não tem bluetooth nem infravermelho. Tudo bem, o fato de ter a bateria carregada pela porta mini-USB pode ser uma vantagem. Mas ao ligar o aparelho no computador pela primeira vez, não consegui nada além de um dispositivo desconhecido. Despluguei e pluguei de novo e aí sim, ele apareceu com seus escassos 1/2 Megabyte como um dispositivo removível.

Há a função de rádio FM, que funciona maravilhosamente bem. Se você tiver fones. E que fones. Mais parecem dois aparelhos auditivos pra surdos com 99% de audição perdida de tão enormes. Você não coloca-os no ouvido, você tem que socá-los lá dentro. Ou talvez minha orelha seja desproporcionalmente pequena para o padrão de clientes Motorola, vai saber.

E um porém: se por ventura você perder os fones e quiser um meio de ouvir pelo auto-falante do celular, você vai achar essa resposta muito útil, no próprio site da fabricante. Só que vai descobrir mais tarde que ela não passa de uma lorota barata. Para ativar o alto-falante no modo rádio FM é preciso que o fone esteja conectado, senão a função SEQUER é ativada. E assim que o fone é retirado, o som do alto-falante é cortado. Ah sim, nas especificações técnicas do aparelho diz “Radio FM estéreo integrado: Ouça também através do alto-falante”. Contraditório?

Nos toques, suporta MP3, midi e iMelody, um formato proprietário da fabricante, que permite que o próprio usuário crie os seus toques e use-os como bem entender. Eu só consegui fazer sirenes de ambulância.

Câmera
VGA, mas pra um celular com pouca memória, até que tá dentro do esperado. A qualidade está limitada pelo tamanho da foto, que no menu, tem as mesmas opções da resolução: alta (640X480), média (320X240) e baixa (160X120).

Uma das coisas que mais me interessou foi o número incomum de filtros (chamados no menu de “Efeitos especiais”) disponíveis na hora de clicar uma foto. São vários: inversão, contraste, escala de cinza, morno, dentre outros, totalizando 10 diferentes. Ok, são poucos, mas pra um celular, é mais do que o suficiente. Esse ao lado é o tal “embutir” que deve ser uma versão mal-traduzida de “emboss”.

Outra característica interessante é o controle de flicker. Não, esse flickr e sim esse flicker. Ele permite que a foto saia sem aqueles conhecidos borrões na tela de uma TV ou monitor, desde que eles estejam com 50Hz ou 60Hz de frequência, as duas únicas opções disponíveis no aparelho.

Também há uma funcionalidade relativamente nova para celulares com câmera: o auto-disparo. Ele permite que você apoie o celular, aberto, em qualquer superfície lisa, deitado, para tirar uma foto. E não importa se o modo silencioso está ativado, o nada discreto barulho de contagem regressiva é ativado assim mesmo.

Mas se você demorar 59 segundos pra encontrar a posição perfeita pra tirar aquela foto e for clicar, uma pena. A câmera é desativada um segundo depois. E não há como mudar essa opção. Bad, bad, moto.

Outras características do aparelho
SMS e MMS quando são enviadas, aparecem em background, o que permite que o usuário faça outras coisas enquanato o celular trata de mandar a mensagem. Mas é uma tristeza escrever num teclado duro usando o genérico do T9, chamado iTap, que não aceita novas palavras como faz o seu concorrente.

Os jogos são muito simples e muito lentos. A taxa de FPS não deve passar de 4 por segundo. Os gráficos parecem bem porquinhos para a realidade de hoje, que já mostra até simulações 3D em telas de celular.

A agenda só comporta 100 números e não reconhece os contatos armazenados na área protegida do seu SIM card. Além disso, se você quiser salvar outro número no mesmo contato, não vai conseguir. É preciso criar outro contato com o mesmo nome e digitar o número lá.

Navegar pelo GPRS foi até bem rápido. Consegui ver meus emails no Gmail e algumas fotos publicadas no flickr também. O navegador é Openwave, uma marca que aparece muito quando se fala de internet móvel.

Despertador, calculadora, cronômetro, calendário, lanterna (que na verdade não passa de uma enorme tela em branco ativada por alguns segundos) e o display externo que mostra bateria fraca, mensagens novas e chamadas entrantes, também são funções que satisfazem bem e não deixam nada a desejar nesse aparelho.

Prós, contras e conclusão
A navegação, pra quem já tave um celular da Nokia ou Siemens, pode parecer bastante confusa no começo. E vai continuar por um bom tempo. Esse botão de menu é o pivô de muitos erros, por que eu sempre acho que um botão que fica no meio deveria ser o selecionador. Mas esse é o botão da esquerda.

A lentidão dos menus é estafante. Pelo menos pra quem já teve vários Nokias e um Siemens nas mãos.

Em suma: Compre se for seu primeiro. Ele deve satisfazer toda a sua ambição de entrar num mundo móvel com estilo.

Não troque se já tiver usado algum diferente. É confuso, é lento e tem pouca memória. Aparenta ser um celular que, pelo design, tem muito dentro de si. Mas abrindo-se o flip, percebe-se que é muito pouco pra quem já usou.

Recadinho para a Motorola: por favor, saia da linha de celulares e vá fabricar Smartphones, PDA’s e qualquer outro dispositivo móvel com um desempenho satisfatório. Mas pelamordoprocon, não faça como a Samsung e envie produtos quebrados pra ganhadores de promoção.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

AS CRONICAS DE MAYCON

Estou surpreso com os caminhos que este pais esta tomando, então decidi escrever algumas cronicas sobre o terceiro mundo, mas tudo de uma maneira diferente com muita irreverencia.

Sempre leio as colunas do Diogo Mainardi na Revista Veja, e nem precisa falar que sou fã dele. Vamos juntos criticar o nosso governo, ele com um poderoso instrumento de comunicação e eu com o auxilio da internet.

Vou escrever um pouco sobre a minha formação.
Sou formado em Logistica pela FMA e Pos Graduado em Administração pela FAAP, e em julho eu estarei iniciando um MBA em Logistica.

Bom... boa leitura para todos e boa sorte para mim.

MORALES AMEAÇA EXPROPIAR SE NEGOCIAÇÃO FALHAR

Evo Morales usou o dia do trabalhador para mais uma vez colocar medo no presidente Lula.Ressalto que o povo brasileiro não tem medo do Evo Morales e nem do Hugo Chaves.

O POVO NÃO TEM MEDO...

A historia.
A Petrobras, menina dos olhos do Brasil, investiu bilhões de Reais (falaremos em Real, pois por enquanto ela e uma moeda forte) em um paisinho de quinto mundo que a algum tempo atras nem sabia o que era Gás nem Petroleo. Alias... o governante maior da nação disse que o seu pais era AUTO SUFICIENTE. Mas nem no futebol.

Voltando ao Evo; agora o descentende de índios quer tomar os ativos da Petrobras, e o pior, tem gente que aceita isso caladinho. O grande administrador não ira mexer uma palha.

Lula, esse papo de paz e amor e autosuficiencia e conversa para boi dormir, isso para mim e puro marketing (agora só não sei porque, pois o Senhor não poderá se reeleger e o PT aparentemente não tem nenhum candidato para ocupar esta vaga).

Isso que eu chamo de Marketing para Nada. O bom e velho marketing que as vezes e usado e nem se sabe o porque.